sábado, 7 de janeiro de 2012

Ser Grande

Se quereis ser grande
Não será com dinheiro
Nem com desprezo aos outros
Que chegareis lá

Aliás,
Podeis até lá chegar
Mas tereis a grandeza só para ti
E te isolareis de tudo e de todos

Jamais sabereis o que é um sorriso sincero
Jamais tereis amigos
Jamais tereis paz
Jamais

Porque a grandeza da gente
Está, justo, no sorriso sincero
Nos amigos verdadeiros
Na vivência da paz

Se quereis ser grande
Aprenda que a grandeza
Não está fora de ti
Está no teu coração

sábado, 7 de maio de 2011

Quizera...

(A Almira, minha mãe)












Quando perdemos quem amamos
E não encontramos outra saída
A não ser curvar-nos diante do irreparável
O chão parece desaparecer dos pés
A fé torna-se uma ladainha incensata e contraditória
O "eu" funde-se no côro dos lamentos humanos

Esta experiência tatua na nossa pele e mente
O sentimento de impotência
O significado da nossa pequenez
A fragilidade do nosso ser
A enorme carência de um simples abraço
A falta de um ombro amigo

Quizera jamais passar por outro momento semelhante
Quizera livrar-me do cálice do sofrimento
Quizera... mas, para isso
Eu teria que não amar outra vez

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Quizás

Quizás esté bastante atareado para amar
Quizás no sepa amar
Quizás no quiera amar
Quizás...

Mientras tanto
Sigo buscando el sentido del qué es vivir
Vivir para mí
Encontrádome en cada acción, en cada gesto, en cada decisión

Vivir para/y con los otros
Encantádome con los abrazos y las sonrisas
Y también
Molestándome con los sufrimientos e injusticias

O sea
Sigo amando sin amar
Pero
Puede el amor ser individual?

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Bem Viver

Não disperdice os segundos
Que constroem os momentos
Que formam os sentidos
Que damos às nossas vidas

Os segundos que passam
Jamais se repetem
Mas podem acumular-se
Em horas mal vividas

Bem viver
É construir a felicidade
Com a soma desses fragmentos de tempo
Não com o seu acúmulo

Não viva superficialmente
Dê sentido a cada passo dado
Na estrada da sua experiência
Só assim podemos ser felizes

terça-feira, 28 de julho de 2009

Transformação do Mundo


Antes que o sol se ponha
E eu me junte à gente
Para admirar o seu espetáculo de cores
Na imensa tela do horizonte
Quero entender sua suposta contradição

O dia inteiro Ele castiga nossa terra
E queima nossa pele exposta
Fazendo com que qualquer coisa à disposição
Transforme-se em abano
Aliviando-nos o sufocante calor

Seria contradição da natureza?

Se nos percebêssemos como parte dela
E não como puros exploradores
Das riquezas naturais
Assumiríamos que na verdade
A contradição é nossa

O ser humano tem o poder de transformar
E melhorar a vida onde quer que estejamos
- No meio do deserto ou às margens de um rio
Mesmo assim muitos sofrem as austeridades ambientais
Que ora parece castigar
Ora parece sorrir

Mas a contradição não está fora de nós
É parte das nossas ações
De nosso ser e estar no mundo
Da nossa perspectiva da vantagem
Do rentável e do status

Paremos para admirar o Sol
Não só no entardecer
Mas também na sua jornada diária
Com o seu entusiasmo por iluminar
Com sua paixão por dar calor

E aprendamos com Ele
Que cada dia devemos dar tudo de nós
Sem economizar potenciais
Sem fazer distinções
E contribuindo à melhoria da vida
No mundo

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Huellas


Llevo huellas culturales
En mi cabeza y palabras
Pensamientos y deseos...
Pero algo cala hondo en mí

Tengo miedo de la violencia y odio la injusticia
Que resultan de relaciones utilitaristas
De competencia e insensibilidad
Y esto revuelca en mi corazón

Quiero quitarme de encima
La obligatoriedad de reproducirlo
Para construir otras posibilidades
De ser y de vivir

sábado, 13 de junho de 2009

De La Sociedad de los Poetas Muertos


No dejes que termine el día sin haber crecido un poco
sin haber sido feliz, sin haber aumentado tus sueños

No te dejes vencer por el desaliento
No permitas que nadie te quite el derecho a expresarte
que es casi un deber

No abandones las ansias
de hacer de tu vida algo extraordinario
No dejes de creer que las palabras y las poesías
sí pueden cambiar el mundo

Pase lo que pase nuestra esencia está intacta
Somos seres llenos de pasión

La vida es desierto y es oasis
Nos derriba, nos lastima, nos enseña
nos convierte en protagonistas
de nuestra propia historia

Aunque el viento sople en contra
la poderosa obra continúa:
Tú puedes aportar una estrofa

No dejes nunca de soñar
porque sólo en sueños puede ser libre el Hombre
No caigas en el peor de los errores:
el silencio

La mayoría vive en un silencio espantoso
No te resignes
Huye

"Emito mis alaridos por los techos de este mundo"
dice el poeta
Valora la belleza de las cosas simples
Se puede hacer bella poesía sobre pequeñas cosas

No traiciones tus creencias
porque no podemos remar en contra
de nosotros mismos:
Eso transforma la vida en un infierno.

Disfruta del pánico que te provoca
tener la vida por delante
Vívela intensamente
sin mediocridad

Piensa que en ti está el futuro
y encara la tarea
con orgullo y sin miedo

Aprende de quienes puedan enseñarte
Las experiencias de quienes nos precedieron
de nuestros "Poetas Muertos"
te ayudan a caminar por la vida

La sociedad de hoy somos nosotros:
Los "Poetas Vivos"
No permitas que la
vida te pase a ti sin que la vivas


Walt
Whitman

domingo, 12 de abril de 2009

Vale tentar


Não aceito os determinismos
Que me impedem de sonhar
De querer
De caminhar

Sai pra lá com teu discurso pessimista
Dizendo que nada pode mudar
“Porque é assim mesmo...”
Não

Nada é “assim mesmo”
Se não é por alguma razão
E as razões podem ser muitas
Além de intencionais

A mais comum delas
É que “as coisas permanecem como estão”
Porque ‘alguém’ assim quer
Para usufruir de sua posição de poder

Ora
Se o próprio Deus tornou-se gente
Descendo do seu trono divino
Mudando radicalmente sua identidade

Por que nós não podemos mudar a realidade?

Se não queres ajudar-me
Sai pra lá com teu augouro
E não tentes impedir-me
De tentar

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Como un jazzista


Intento vivir mi hombría
Como un músico jazzista que
Siguiendo a reglas melódicas y armónicas
No deja de crear
De inventarse en sus notas

Ese estilo musical
De identidad creadora
Sabe que tiene límites a respetar
Para que sea un arte viable
Tanto para quien la hace
Como para quien la escucha

Pero
Dentro de estos límites
Él busca producir belleza
Proyectándose para allá de ello
Despertando sentimientos y afectos
Y ayudando en la construcción
De una realidad colectiva
Más feliz

sexta-feira, 20 de março de 2009

¿BIOLÓGICO o SOCIAL?: niñas y niños en la escuela


Las justificativas de desigualdad de género basadas en diferencias biológicas de forma y tamaño del cráneo, o de cantidad comparativamente desigual de células, o cosas del tipo, infelizmente aún muy fuertes en nuestras sociedades, no se sustentan cuando analizamos los factores sociales que influyen en ello.

La escuela es un lugar de adiestramiento social e intelectual y, por eso, no es un espacio atractivo a los niños, acostumbrados a la libertad de las calles y la inventividad creativa que los juguetes les dan, y les demandan también. A las niñas, al contrario, acostumbradas al cerramiento y al adiestramiento domésticos hacia la obtención de un matrimonio “feliz”, a ellas les sale menos sufrible la escuela, porque este espacio constituye la oportunidad de “salir de la casa” y, consecuentemente, desarrollarse intelectual y socialmente, librándose del determinismo social del matrimonio y la maternidad.

Visto de este ángulo, no podemos decir que sea ‘natural’ que a los niños no les guste la escuela, ni tampoco que no tengan la capacidad de desarrollarse en los estudios. Además, esto suele ser usado también como justificativa al comportamiento ‘naturalmente’ violento de los niños, sin considerar su socialización callejera y su educación competitiva. De la misma manera, a las niñas les son atribuidos características biológicas, sin la consideración de los aspectos sociales que su socialización tradicional y patriarcal conlleva.

Acabemos, por lo tanto, con las justificativas biológicas para las diferencias asimétricas de género, así como ya hicimos considerablemente bien con las justificaciones de las discriminaciones raciales. Así como derribamos las teorías de la supuesta superioridad de blancos sobre negros, también lo podemos, y lo debemos, hacer con las teorías biológicas de discriminación de género.

Es eso.

sábado, 14 de março de 2009

Renascer


Quando chegamos ao fim do poço
Seja quando não conseguimos mais dialogar
Seja quando não temos mais argumentos
Ou simplesmente quando o ‘saco’ já está cheio

E bate o desespero
A sensação de falta ‘terra nos pés’
A explosão indignada de um
“Por que comigo?!”

É hora de respirar
Fechar os olhos
Limpar a mente por uns instantes
E recomeçar

Tente ver o que você construiu
E avalie se vale a pena insistir
Se vale
Então trace novas estratégias

Aprenda com os erros para não repiti-los
Mas sem medo de errar outras vezes
Porque se não há novos erros
Também não haverá novas aprendizagens

O fim do poço
Na verdade é o começo
De outra experiência
É quando devemos renascer

quinta-feira, 12 de março de 2009

Extasiado


Me levantei antes do sol
Impulsionado por uma onda de idéias
Que queria passar pro papel
Preenchendo as linhas de minha tese de final de curso

Sentado em frente à janela de vidro
Que toma quase toda a parede do meu quarto
Não conseguia ver outra coisa
Que não fosse meu computador

Tomando um chá
Esperava a conexão da internet
Quando o windows avisou que iria reiniciar
Para instalar alguns aplicativos

Fiquei frustrado
E quase cancelava o processo
Porque... ora!
Por que agora?!

Foi quando levantei a vista e
Diante mim
Através daquela enorme janela
Me dei conta do espetáculo da natureza

O tempo eneblinado ofuscando o horizonte
Como em uma tela de Monet
Em suas pinceladas quase aleatórias
Preenchendo o espaço

Parei extasiado
Recostei-me para trás
E deixei-me tomar por aquela imagem
Permitindo-me viver aquele momento

domingo, 8 de março de 2009

Seamos lo que deseamos ser


Si no soy lo que quieres que sea
Pues
Respeta lo que soy
Así como respeto lo que eres
Porque no tenemos que ser iguales
Tampoco reproducir los gustos uno del otro

Tenemos que ser lo que deseamos ser
Mismo que sea una tarea dura
Mismo que no nos encajemos en modelos
Mismo que tengamos que renunciar
A privilegios, amistades, relaciones…

Seamos lo que deseamos ser
Y hagamos del camino incierto
Un motivo más para caminar
Pues los desafíos de la vida
Deben traernos más experiencia

Si somos lo que deseamos ser
Somos felices
Y si somos felices
Podemos hacer otras personas felices
Al compartir nuestra felicidad

terça-feira, 3 de março de 2009

Plazo de Caducidad


Cuando siento el olor de tus cabellos
Besando tu oreja y acariciando tu cuello
Mis sentidos se llenan de un placer absorto
Y por instantes me voy al cielo
Llevado por la belleza de estar contigo

Quiero estar a tu lado
Siempre que sea posible
Y compartir contigo sueños y proyectos
En una relación sin plazo de caducidad
Pero tampoco sin imposiciones

Quiero estar a tu lado
Por el placer de estar contigo
Por el sentido que me das a mi existencia
Y por el igual amor que dedico a ti
Y solo a ti

Que el amor no tenga condicionantes
Para que exista eternamente
Pero que la pasión sea fruto del diálogo
Que expresa el querer compartir vidas y sentimientos
Para que el cotidiano no se convierta en lágrimas

Porque quiero sentirle
Y hacerle sentir
Tanto cuanto pueda
El placer de mirarnos
El placer de tocarnos

Huellas

Traigo en mi cuerpo las huellas
Del ‘hombre de verdad’
Que encallecieron mi mente
Y moldearon mi ‘ser’ y ‘estar’
En el mundo
Con las personas

Pero el ‘hombre de verdad’
No es el verdadero hombre
Que vive en mí
No es lo que soy
Pues no encajo a justo
Ni a gusto
En ello

Salgo entonces
Por las calles, los campos, ciudades…
Por las personas, sentimientos, relaciones…
Como el caballero andante de Cervantes
A buscar en la complicidad de los ‘desencajados’
La victoria contra el monstruo
Disfrazado de normal

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Regalo

Mucha gente ‘pasa’ en nuestras vidas
Y hay las que dejan recuerdos
Sean buenos, sean malos
Sean fuertes, o ni tanto…

Estas personas
No muchas, es verdad
Son como un ‘allazgo’
Que la vida nos regala

Rellenan nuestros corazones
De alegría
Renovando las esperanzas debilitadas
Con las labores incoherentes del cotidiano

Reenciende el fuego de la búsqueda
Por realizar proyectos de vida
Ya casi olvidados en el polvo
Del largo camino andado

Entonces, igual que Violeta Parra
En gran poesía
Canto lo que siento ahora:
“Gracias a la vida, que me ha dado tanto”

Que me ha dado a ti

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

¡Estoy harto de todo eso!


La educación es competición
Todo simboliza jerarquía:
Quien sabe X quien no sabe
Quien prueba X quien es probado
Quien enseña X quien aprende
Quien eso X quien aquello…

No se construye nada en colectivo
Pues lo que vale es lo individual
No se investiga
Pues lo que se aprende es lo que dice el/la maestra/o
No se cuestiona
Pues no se puede cuestionar el ‘conocimiento’

Lo que se tiene que hacer es sencillo:
Estar obligatoriamente en las clases
Leer un montón de textos
Repetir todo ‘a tu modo’
En tantas hojas, fuente arial, tamaño 12
Y entregar hasta la media noche del día ‘tal’
Ya está

Al final de todo
Te preguntas a ti mismo/a
¿Qué aprendí de verdad?
¿Cuáles informaciones puedo aplicar a mi práctica?
¿Qué hago con tanto papel?
¿Qué?

Y muchas veces concluyes
Que no eres capaz
Que no estudiasteis lo bastante
Que eres inferior
Que no puedes

O sea
La escuela nos enseña
Que somos vencedores/as o perdedore/as
Exitosos/as o fracasados/as
Dominantes o subalternos/as

¡Estoy harto de todo eso!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

La enseñanza: ¿cómo está?


Hace más de un año, yo llegava a Barcelona para estudiar con la esperanza de que aquí (Europa) la educación no sería tan tradicional y excluyente como es en Brasil. Pues, ¡que nada! En las primeras clases ya veía que la cosa no cambiaba mucho: los y las professores/as tiran en nuestras cabezas un montón de teorías que, además de no ser posible aprehendérselas ni la mitad, son teorías que [a mí me] parecen un tanto carentes de actualización y aún con un discurso básicamente eurocéntrico.

En el primer semestre, llegando por primera vez a Cataluña (y a Europa) - también la primera vez que salía de Brasil -, todo era novedoso: el frío, la arquitectura barcelonesa, los árboles, el suelo, el viento, las personas... (en otro escrito hablaré más sobre eso) y, principalmente el catalán: yo no sabía que acá se hablaba catalán, pues en Brasil se piensa 'comúnmiente' que "en España se habla el español": ¡es una lástima eso! Pero, ¿qué encuentro en la UAB?

Pues, me encuentro con unas cuantas aulas enormes con no sé cuantas sillas fijas y vueltas a la pizarra, donde se ubica el/la profesor/a; un/a profesor/a dueño/dueña de la palabra y transmisor del 'saber especializado'; los/las alumnas/os con sus oídos sirviendo de 'depósito' de palabras/teorías ajenas a sus vivencias cotidianas; la costumbre estudantil de no hacer lecturas (tal vez porque no sea posible por la necesidad de trabajar); la evaluación basada en la CANTIDAD (no en la cualidad) de cosas que se supone que han quedado en nuestras memorias (para despues seren olvidadas despues de las pruebas); una práctica de campo muchísimo insuficiente; un grupo disciente callado y pasivo, etc., etc., etc. O sea, una educación tradicional, tal como es en Brasil (pero que es la regla general y obligatoria para quienes, como nosotros/as estudiantes de Antropología, tenemos que aceptar si queremos nuestro título/estatus).

Mi práctica de campo fue casi 'todo lo que no podría ser' una práctica etnográfica - ¡si Malinowski leyera mi trabajo final, ciertamente me mataría! -, pero lo peor es que no podría ser diferente porque, en siendo mis primeras semanas acá, yo no conocía nada, no tenía ni idea de por donde iba el catalán (lengua), mal sabía el castellano, y ni siquiera sabía donde coger bus para ir a Cerdanyola, o Sant Cugat, o Sabadell, Terrassa..., no obstante tenía que buscar una entidad donde hacer mi 'investigación etnográfica': ¡un verdadero desafío (por no decir "un lío")!

Despues de todo, me quedo preguntando a mí mismo: ¿qué es realmente que se aprende acá?, ¿qué conocimientos construimos al final?, ¿qué tiene que ver todo el montón de teorías que he oído con la realidad en que estoy?, ¿qué autores/as, o corriente de pensamiento, he comprendido realmente que me dé una base para mi interés de investigación?, ¿qué herramientas concretas tengo ahora (1 año y dos meses despues de llegar acá) para hacer un trabajo etnográfico de cualidad, en Barcelona?, ¿cuál es la propuesta epistemológica 'uabiana'?, (...) (Lo que creo tener aprehendido de realmente relevante fue que yo no soy tan occidental cuanto pensaba que era, por mis orígenes afro-indígenas brasileñas).

Encima, tenemos el Plan Bolonia que, además de no proponer [a mí me parece] ninguna mejora en la esctrutura tradicional de enseñaza - usar power point no es todo... -, mercantiliza la educación: en este punto, el Brasil está 'mejor', pues ¡'nosotros' ya hemos mercantilizado nuestro sistema educativo, promocionando la destrucción del sistema público de enseñaza! No obstante, qué es que estamos diciendo entre nosotros/as, discentes del máster en Antropología, sobre la pauperrización de nuestra enseñanza: que la culpa es de nuestro propio grupo, en lo cual hay diferentes niveles de calificación que perjudica la cualidad del debate. ¿Ésto sería un punto clave en la cuestión, o estaríamos olvidando que hay una dificultad general de casi todo el grupo de intervenir en las clases?

Si trabajamos en la línea de la culpabilización, creo que estaríamos evitando enfrentarnos al problema verdadero: la metodología de enseñanza y la pedagogía tradicional.

Toni Martins

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Hola Victoria


Hola Victoria,

Gracias por estar acá, y sea bien-venida.

Abrazo.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Plan Bolonia: educación para ricos...

Vea videos acerca del Plan Bolonia: nuevo plan de educación de la Unión Europea, en los cuales podeis ver ideas en favor y contrarias, acciones de estudiantes, violencia policial, opiniones, debates, y mucho más:

I- http://www.youtube.com/watch?v=oKNaLaMJez8&feature=related (Conseller d'Universitats Josep Cuní)

II- http://www.youtube.com/watch?v=DMMS_6Wqlb0&feature=related (lo que saben los/las estudiantes)

III- http://www.youtube.com/watch?v=UePAdT9ve4Q&feature=related (reportaje TV)

IV- http://www.youtube.com/watch?v=TJgZgsimCkY&feature=related (violencia policial)

V- http://www.youtube.com/watch?v=2VqtGS-YLvw&feature=related (protestas y violencia)

VI- http://www.youtube.com/watch?v=k-qGlCopvbI&feature=related (lo que están haciendo los/las estudiantes)

VII- http://www.youtube.com/watch?v=A01wvHiNzU0&feature=related (Asalto al Rectorado Universidad de Valencia)

VIII- http://www.youtube.com/watch?v=5OSJJxcJrt0&feature=related (opiniones de los/las estudiantes)

IX- http://www.youtube.com/watch?v=7J6QbN3-5qA&feature=related (Reportaje TV)

X- http://www.youtube.com/watch?v=EfJFoCnZopk&feature=related (represión policial)

XI-
http://www.youtube.com/watch?v=Fe2b_9orin4&eurl=http://especialbolonya.wordpress.com/